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Protocolo Interno e Plano de Contingência

A pensar no conforto, segurança e confiança dos nossos hóspedes, a Trip2Portugal tomou todas as medidas necessárias para minimizar ao máximo os riscos de contágio de Covid-19, elaborando um protocolo interno e plano de contingência. Abaixo seguem-se as indicações mais relevantes de cada um dos documentos. Caso pretenda consultar os documentos completos, por favor solicite-nos o envio através do nosso formulário de contacto.

Protocolo Interno

1. PROCEDIMENTOS DE PREVENÇÃO NAS INSTALAÇÕES

 

Lavagem e desinfeção

A lavagem e desinfeção das superfícies onde colaboradores e hóspedes circulam, deve seguir as seguintes indicações, de forma a controlar e prevenir infeções:

Onde? Como e com que material?
Em toda a casa/moradia Utilizar panos de uso único e exclusivos para as diferentes áreas.
Superfícies metálicas ou outras não compatíveis com lixívia A limpeza das superfícies deve ser feita de cima para baixo e no sentido das áreas mais limpas para as mais sujas, utilizando lixívia (solução de hipoclorito de sódio) numa concentração de pelo menos 5% de cloro livre, e álcool a 70º
Mobiliário, maçanetas, puxadores de armários, torneiras, ralos e outros equipamentos A limpeza das superfícies deve ser feita de cima para baixo e no sentido das áreas mais limpas para as mais sujas, utilizando toalhetes humedecidos em desinfetante ou álcool a 70º

 

Chão De forma a dar preferência à limpeza húmida, em detrimento da limpeza a seco, devem usar-se mopas de toalhetes húmidos em vez dos aspiradores de pó.

Para o chão, a lavagem deve ser realizada com água quente e detergente comum, seguido da desinfeção com solução de lixívia diluída em água.

O balde e esfregona devem ser limpos e desinfetados após utilização em cada área da casa/apartamento.

 

Casas de banho A lavagem da casa de banho deve começar-se pelas torneiras, lavatórios e ralos destes, passar depois ao mobiliário, de seguida a banheira ou chuveiro, finalmente sanita e bidé; deve ser realizada, preferencialmente, com produto que contenha na composição detergente e desinfetante porque é de mais fácil aplicação e desinfeção.
Paredes Limpar paredes até à altura do braço.
Locais com presença de sangue ou secreções respiratórias Se há presença de sangue, secreções respiratórias ou outros líquidos orgânicos, absorver os líquidos com papel absorvente; aplicar a lixívia diluída em água na proporção de uma medida de lixívia, para 9 medidas iguais de água; deixar atuar durante 10 minutos; passar o local com água e detergente; enxaguar só com água quente e deixar secar ao ar; usar máscara na diluição e aplicação da lixívia; abrir as janelas para ventilação do espaço;

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Adequação do espaço selecionado para isolamento

Caso seja detetado um caso suspeito ou confirmado com COVID-19, a Trip2Portugal procederá ao acionamento do plano de contingência elaborado para este efeito. Este plano prevê qual o espaço dedicado ao isolamento, tendo em conta a tipologia de imóvel; quem é a pessoa responsável pela entrega do kit isolamento e quais os elementos deste mesmo kit.

 

Adequação das unidades de alojamento

Dado que a intervenção de mudança de roupa da cama, gera aerossóis, deve-se ter especial atenção:

  • A troca da roupa de cama e limpeza nos quartos deve respeitar dois tempos de intervenção espaçados e com proteção adequada;
  • A remoção da roupa de cama e atoalhados deve feita sem a agitar ou sacudir, enrolando-a no sentido de fora para dentro, sem encostar ao corpo e transportando-a diretamente para a máquina de lavar;
  • A roupa de cama e atoalhados devem ser lavados na máquina a, pelo menos, 60º durante 30 minutos ou entre 80º/90º, com 10 minutos de contacto do calor com a roupa. Se a roupa não puder ser lavada a quente, deve ser lavada na máquina a temperatura entre 30-40ºC e a um ciclo de desinfeção final na máquina, com um desinfetante apropriado a este tipo de roupa e compatibilidade com a máquina. Na ausência de uma máquina de lavar, as roupas devem ser embaladas e acondicionadas num saco impermeável, fechando-o bem e de seguida, levando-o para a lavandaria, depositando a roupa diretamente para dentro da máquina;
  • Para além das fronhas, as proteções de almofadas devem ser lavadas consoante instruções nos pontos anteriores e mudadas de cada vez que muda o cliente;
  • Os comandos de tv e ar condicionado devem estar plastificados, facilitando a sua desinfeção com toalhetes humedecidos em desinfetante.

 

Equipamentos de higienização

Em cada apartamento/moradia é disponibilizado sabão líquido para lavagem de mãos, em todas as instalações sanitárias.

 

2. PROCEDIMENTOS DE PREVENÇÃO PARA OS COLABORADORES

 

Formação

Todos os colaboradores afetos a procedimentos de limpeza, check-in e check-out da Trip2Portugal receberam via e-mail o presente protocolo, o folheto informativo de como cumprir as precauções básicas de prevenção e controlo de infeção relativamente ao surto de coronavírus COVID-19, e ainda alguns documentos com diretrizes da DGS relativamente a processos de limpeza e higienização.  Numa fase posterior foram também enviados documentos com informação relativa à colocação da máscara, à ventilação dos espaços, fluxograma de situação de trabalhador com sintomas, e ainda as medidas a adotar para cumprir as precauções básicas e ainda informação relativa à auto monitorização diária para avaliação de sintomas, a saber:

  • Higienização das mãos: lavar as mãos frequentemente com água e sabão, durante pelo menos 20 segundos ou usar desinfetante para as mãos que tenha pelo menos 70º de álcool, cobrindo todas as superfícies das mãos e esfregando-as até ficarem secas.
  • Etiqueta respiratória: tossir ou espirrar para o antebraço fletido ou usar lenço de papel, que depois deve ser imediatamente deitado ao lixo; higienizar as mãos sempre após tossir ou espirrar e depois de se assoar; evitar tocar nos olhos, nariz e boca com as mãos.
  • Conduta social: alterar a frequência e a forma de contacto entre os trabalhadores e entre estes e os clientes, evitando (quando possível) o contacto próximo, apertos de mão, beijos, postos de trabalho partilhados, reuniões presenciais e partilha de comida, utensílios, copos e toalhas.

Os colaboradores devem realizar auto monitorização diariamente por forma a identificar precocemente sintomas sugestivos de COVID-1. Para este efeito poderão usar o Anexo I. A auto monitorização engloba:

− A medição da temperatura timpânica e respetivo registo;

− A confirmação da ausência de sintomas de COVID-19, pelo registo da opção “sem sintomas” ou pelo registo dos sintomas identificados.

 

Equipamento – Proteção individual

Para cada colaborador foi disponibilizada uma máscara reutilizável, que deve ser lavada a cada 8h num máximo de x lavagens (a confirmar com a empresa).

 

Designação dos responsáveis

Em caso de suspeita de infeção, será Marta Coelho (CEO) a acionar os procedimentos necessários, indicando qual o colaborador que ficará responsável por acompanhar a pessoa com sintomas ao espaço de isolamento, prestar-lhe a assistência necessária e contactar o serviço nacional de saúde. O responsável pode variar consoante a localização da hospedagem, sendo que nos alojamentos de Lisboa ficará Marta Coelho responsável por todos os processos e procedimentos.

 

Conduta

Todos os colaboradores afetos à limpeza e higienização dos espaços, bem como os que contactam diretamente com o hóspede devem fazer uma auto monitorização diária para avaliação da febre, existência de tosse ou dificuldade em respirar. Esta auto monitorização pode ser registada utilizando o Anexo I, como referido anteriormente neste documento. Se o colaborador registar temperatura acima do normal ou apresentar sintomas da doença deverá informar de imediato a Trip2Portugal.

 

Comportamentos a adotar pelo staff:

Nos procedimentos de check-in deve-se:

  • Manter a distância entre colaboradores e clientes e evitar contactos físicos, incluindo os apertos de mão;
  • Usár sempre máscara;
  • Pedir ao cliente que segure na sua mão os documentos de identificação para que o colaborador possa registar, sem que haja risco de contágio;
  • Quando há necessidade de cobrança de taxas ou outros valores, deve evitar-se a troca de dinheiro, incentivando outros métodos de pagamento, como MbWay ou transferência bancária.

O cabelo deve manter-se sempre apanhado durante o exercício das funções.

Desaconselha-se o uso excessivo de adornos pessoais (pulseiras, fios, anéis, etc.)

 

Stock de materiais de limpeza e higienização

Em cada apartamento/moradia deverá existir stock de:

  • Toalhetes;
  • Lixívia (solução de hipoclorito de sódio) numa concentração de pelo menos 5% de cloro livre, e álcool a 70º;
  • Produtos desinfetantes;
  • Equipamento ou recargas para lavagem de mãos com sabão líquido e toalhetes de papel.
  • Contentor de resíduos com abertura não manual e saco plástico.

 

 

3. PROCEDIMENTOS DE PREVENÇÃO PARA OS CLIENTES

 

Equipamento – Proteção individual

Antes do dia do check-in, todos os hóspedes são avisados e alertados para a obrigatoriedade de uso de máscara no momento do check-in. Caso não possuam máscara, a Trip2Portugal pode fornecer a cada hóspede uma máscara de proteção, luvas e/ou gel desinfetante, por um valor a informar no alerta que é enviado ao hóspede dias antes do check-in.

 

4. PROCEDIMENTOS EM CASO DE SUSPEITA DE INFEÇÃO

 

Plano de atuação

O colaborador responsável (a eleger consoante localização da casa/moradia onde se encontra hospedado o suspeito) deve acompanhar o suspeito de infeção ao espaço de isolamento, prestar-lhe a assistência necessária e contactar o Serviço Nacional de Saúde.

 

Descontaminação do local de isolamento

Sempre que haja casos positivos, proceder-se-á à descontaminação da área de isolamento e reforço da limpeza, principalmente nas superfícies frequentemente manuseadas e mais utilizadas pelo mesmo, conforme indicações da Direção-Geral da Saúde.

Os resíduos produzidos pelos doentes suspeitos de infeção devem ser armazenados em saco de plástico que, após fechado (utilizando por exemplo uma abraçadeira) deve ser segregado e enviado para o operador licenciado para a gestão de resíduos hospitalares com risco biológico.

Manual de Contingência

1.     O QUE É UM CASO SUSPEITO

 

A classificação de um caso como suspeito de doença por coronavírus (COVID-19) deve obedecer a critérios clínicos e epidemiológicos. A definição seguinte é baseada na informação atualmente disponível no Centro Europeu de Prevenção e Controlo de Doença (ECDC).

 

Critérios clínicos E Critérios epidemiológicos
Febre

OU

 Tosse

OU

Dificuldade respiratória

História de viagem para áreas com transmissão comunitária ativa* nos 14 dias anteriores ao início de sintomas

OU

Contacto com caso confirmado ou provável de infeção por COVID-19, nos 14 dias antes do início dos sintomas

OU

Profissional de saúde ou pessoa que tenha estado numa instituição de saúde onde são tratados doentes com COVID-19

*Áreas com transmissão comunitária ativa: Norte de Itália (regiões de Emiglia-Romagna, Lombardia, Piemonte, Veneto), China, Coreia do Sul, Singapura, Japão e Irão.

 

2.     DEFINIÇÃO DA ÁREA DE ISOLAMENTO

 

Foram estabelecidas áreas de isolamento. A colocação de um hóspede suspeito de infeção por COVID-19 numa área de isolamento visa impedir que outros hóspedes possam ser expostos e infetados. Esta medida tem como principal objetivo evitar a propagação de uma doença transmissível. Na Trip2Portugal foram definidas áreas de isolamento, consoante a tipologia de imóvel: em todos os T0, a área de isolamento deve ser a casa de banho; nas restantes tipologias deve utilizar-se um dos quartos, escolhendo aquele que tenha mais ventilação e luz natural. Esta área deverá estar equipada com:

-telefone;

-cadeira ou marquesa (para descanso e conforto do colaborador suspeito de infeção por COVID-19, enquanto aguarda a validação de caso e o eventual transporte pelo INEM);

-kit com água e alguns alimentos não perecíveis;

-contentor de resíduos (com abertura não manual e saco de plástico);

-solução antisséptica de base alcoólica;

-toalhetes de papel;

-máscara(s) cirúrgica(s);

-luvas descartáveis;

-termómetro.

 

Nesta área, existe uma instalação sanitária devidamente equipada, nomeadamente com doseador de sabão e toalhetes de papel, para a utilização exclusiva do caso suspeito.

 

3.     DESIGNAÇÃO DO PONTO FOCAL

 

A Trip2Portugal designa um Responsável (Ponto Focal) pela gestão de qualquer caso suspeito de COVID-19. Os colaboradores serão informados de quem é o Responsável. É a este Ponto Focal que deverá ser reportada uma situação de doença enquadrada de um colaborador ou visitante com sintomas e ligação epidemiológica compatíveis com a definição de caso possível de COVID-19. Sempre que for reportada uma situação de um colaborador ou visitante com sintomas, o Ponto Focal deverá assegurar o cumprimento dos procedimentos estabelecidos no Plano de Contingência da Trip2Portugal para a Doença por Coronavírus (COVID-19). O Ponto Focal será o elemento que acompanhará o caso suspeito até à área de isolamento designada, prestará o apoio necessário e desencadeará os contactos estabelecidos no Plano de Contingência da Trip2Portugal.

 

Ponto focal Marta Coelho +351 969 416 621
Ponto focal (substituto) Nuno Barreto +351 962 186 668

 

 

 

 

 

 

4.     PROCEDIMENTOS NUM CASO SUSPEITO

 

Na situação de caso suspeito validado:

-O colaborador ou visitante doente deverá permanecer na área de isolamento (com máscara cirúrgica, desde que a sua condição clínica o permita), até à chegada da equipa do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), ativada pela DGS, que assegura o transporte para o hospital de referência, onde serão colhidas as amostras biológicas para realização de exames laboratoriais no INSA;

-O acesso dos outros colaboradores ou visitantes à área de isolamento fica interditado (exceto ao ponto focal);

-O caso suspeito validado deverá permanecer na área de isolamento até à chegada da equipa do INEM ativada pela DGS, de forma a restringir, ao mínimo indispensável, o contacto deste caso com outro(s) colaboradores ou visitantes. Devem ser evitadas deslocações adicionais do caso suspeito validado nas instalações.

 

A DGS informa a Autoridade de Saúde Regional dos resultados laboratoriais, que por sua vez informa a Autoridade de Saúde Local. A Autoridade de Saúde Local informa a direção da unidade orgânica dos resultados dos testes laboratoriais e:

-Se o caso não for confirmado, este fica encerrado para COVID-19, sendo aplicados os procedimentos habituais da unidade orgânica, incluindo limpeza e desinfeção da área de isolamento.

-Se o caso for confirmado, a área de isolamento deve ficar interditada até à validação da descontaminação (limpeza e desinfeção) pela Autoridade de Saúde Local. Esta interdição só poderá ser levantada pela Autoridade de Saúde Local.

 

5.     PROCEDIMENTOS NUM CASO CONFIRMADO

 

Na situação de caso confirmado, o Responsável deve:

-Providenciar a limpeza e desinfeção (descontaminação) da área de isolamento;

-Reforçar a limpeza e desinfeção, principalmente nas superfícies frequentemente manuseadas e mais utilizadas pelo doente confirmado, com maior probabilidade de estarem contaminadas. Dar especial atenção à limpeza e desinfeção da sala de reuniões, secretárias, incluindo materiais e equipamentos utilizados pelo caso confirmado;

-Armazenar os resíduos do caso confirmado em saco de plástico.

 

6.     PROCEDIMENTOS NA VIGILÂNCIA DE CONTACTOS PRÓXIMOS

 

Considera-se contacto próximo uma pessoa que não apresenta sintomas no momento, mas que teve ou pode ter tido contacto com um caso confirmado de COVID-19. O tipo de exposição do contacto próximo, determinará o tipo de vigilância. O contacto próximo com caso confirmado de COVID-19 pode ser de:

 

Alto risco de exposição, definido como:

-Colaborador do mesmo posto de trabalho (gabinete, sala, secção, zona até 2 metros) do caso;

-Colaborador ou visitante que esteve cara-a-cara com o caso confirmado ou que esteve com este em espaço fechado;

-Colaborador ou visitante que partilhou com o caso confirmado louça (pratos, copos, talheres), toalhas ou outros objetos ou equipamentos que possam estar contaminados com expetoração, sangue, gotículas respiratórias).

 

Baixo risco de exposição (casual), definido como:

-Colaborador ou visitante que teve contacto esporádico (momentâneo) com o caso confirmado (ex. em movimento/circulação durante o qual houve exposição a 15 gotículas/secreções respiratórias através de conversa cara-a-cara superior a 15 minutos, tosse ou espirro);

-Colaborador ou visitante que prestou(aram) assistência ao caso confirmado, desde que tenha(m) seguido as medidas de prevenção (ex. utilização adequada da máscara e luvas; etiqueta respiratória; higiene das mãos).

 

Além do referido anteriormente, perante um caso confirmado por COVID-19, deverão ser ativados os procedimentos de vigilância ativa dos contactos próximos, relativamente ao início de sintomatologia. Para efeitos de gestão dos contactos a Autoridade de Saúde Local, em estreita articulação com o Responsável, deve:

-Identificar, listar e classificar os contactos próximos (incluindo os casuais);

-Proceder ao necessário acompanhamento dos contactos (telefonar diariamente, informar, aconselhar e referenciar, se necessário).

-O período de incubação estimado da COVID-19 é de 2 a 14 dias. Como medida de precaução, a vigilância ativa dos contatos próximos decorre durante 14 dias desde a data da última exposição a caso confirmado.

A vigilância de contactos próximos deve ser a seguinte:

 

Alto Risco de Exposição Baixo Risco de Exposição
Monitorização ativa pela Autoridade de Saúde Local durante 14 dias desde a última exposição.

Auto monitorização diária dos sintomas da COVID-19, incluindo febre, tosse ou dificuldade em respirar.

Restringir o contacto social ao indispensável.

Evitar viajar.

Estar contactável para monitorização ativa durante os 14 dias desde a data da última exposição.

Auto monitorização diária dos sintomas da COVID-19, incluindo febre, tosse ou dificuldade em respirar.

Acompanhamento da situação pelo médico do trabalho.

 

É importante sublinhar que:

-A auto monitorização diária, feita pelo colaborador ou visitante, visa a avaliação da febre (medir a temperatura corporal duas vezes por dia e registar o valor e a hora de medição) e a verificação de tosse ou dificuldade em respirar;

-Se se verificarem sintomas da COVID-19 e o colaborador ou visitante estiver no local de trabalho, devem-se iniciar os PROCEDIMENTOS NUM CASO SUSPEITO;

-Se nenhum sintoma surgir nos 14 dias decorrentes da última exposição, a situação fica encerrada para COVID-19.